Autor

Quem é?

Junio Oliveira Silva é estudante de Comunicação Social – Jornalismo, leitor assíduo de aventura, fantasia, ação, ficção, e o que lhe convier. Vive com os pais, busca estágio, pretende se formar e ainda aspira ser um escritor – com direito a livros de sucesso e tudo!

Deixe-o sonhar.

Um Princípio Indefinido

Embora seja um escritor meia boca, quando jovem ganhou seu primeiro prêmio (uma camiseta escolar e três livros infantis – todos bem guardados até hoje, aliás!) num concurso de textos durante a terceira série. O tema foi sobre a importância da preservação dos rios e da natureza, algo que qualquer aluno já deve ter feito, mas ele não cansava de se gabar. O texto não era bom, mas ele sonhava.

Até descobrir o que era um bom livro, de verdade. E isso levou tempo.

A Pausa

Ao contrário do concurso, que, naquela época, foi a primeira e única vez em que se propôs a escrever algo, o encontro com a literatura não foi rápido. Na verdade, ele sequer imaginava o conceito de “ler por prazer.” Apenas aos 15 anos, já no primeiro ano do segundo grau é que o rapaz pegou aquele livro nas mãos, aquele que lhe traria uma severa mudança de visão quanto aos velhos livros que os seus professores de Português lhe mandavam ler.

Um Divisor de Águas, como diria Eduardo Spohr…

Junio era fã de Will Smith e de seus filmes, como “Eu, Robô” e “Eu Sou a Lenda“, e foi exatamente em uma pesquisa mais detalhada sobre este último título que o jovem descobriu o pote de ouro. Mal imaginava ele que um dos seus filmes favoritos, Eu Sou a Lenda, era, na verdade, apenas uma das adaptações cinematográficas do velho e espetacular livro homônimo do escritor Richard Burton Matheson, mais conhecido como Richard Matheson. Mais tarde o garoto sua teve mente dissolvida com outra descoberta, a que laçaria o título “Eu, Robô” ao nome “Isaac Asimov“, mas esta não vem ao caso.

Primeira Expansão

Richard e seu livro sobre o último de nós na face da terra trouxe-lhe um universo totalmente desconhecido: a infinita biblioteca de histórias. Mas não era o suficiente, não para tomar coragem e transitar de leitor para escritor.

Segunda Expansão

Esta missão ficou por conta de um recente colega de classe, um ano depois, que, descobriu Junio, escrevia uma possível distopia. Era uma história incrível, mágica, cheia de segredos e reviravoltas. Aquilo despertou alguma coisa em seu âmago, algo antigo.

O resultado não poderia ser mais óbvio: ambos os projetos não chegaram ao fim. Mas ele não desistiu.

Agora

Escrever seus textos, contos e crônicas (sendo que a maioria nunca será revelada ao público, e sempre guardada às sete chaves no HD do seu Notebook e nas páginas velhas dos seus mais diversos cadernos), para ele, é como voltar a ser criança e brincar com seus bonecos de comandos em ação, imaginar o mundo completamente diferente da realidade, com inúmeros personagens, visíveis apenas em sua mente fantástica e divertida (para ele).

Obrigado por ler até aqui, e bem-vindo ao blog.

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