Autor

Quem é?

Cá estamos na página que mais será modificada ao passar do tempo…

Junio Oliveira Silva é estudante de Comunicação Social – Jornalismo, leitor assíduo de aventura, fantasia, ação, ficção, não-ficção, filosofia, etc. Ainda estou em dúvida se pretendo formar… ou mesmo atuar na área… e ainda aspiro ser um escritor. Um dia, quem sabe?

Escritor meia boca, aspiração louca…

Quando jovem ganhei meu primeiro “prêmio (uma camiseta escolar e três livros infantis – todos bem guardados até hoje, aliás!). Nada mais era do que um concurso de redação sobre o Dia da Água, na terceira série (ainda chamo de “série”). O tema foi sobre a importância da preservação dos rios e da natureza, algo que qualquer aluno já deve ter feito, mas eu ainda fiquei muito feliz. O texto não era bom, mas eu sonhei.

Infelizmente, minha “carreira de escritor” começou e acabou por aí. Levou muito tempo até eu tocar em uma caneta ou lápis por livre e espontânea vontade. Ou mesmo para ler alguma coisa.

Uma outra visão sobre a literatura…

O reencontro com a literatura não foi rápido. Na verdade, eu sequer imaginava o conceito de “ler por prazer.”

Foi só aos 15 anos, durante o primeiro ano do segundo grau é que eu peguei aquele livro nas mãos, aquele que me traria uma outra visão sobre os velhos livros que os seus professores de Português me mandavam ler.

Foi um exemplar perdido de “Eu Sou a Lenda”, de Richard Matheson… Encontrei na biblioteca da escola, todo empoeirado e páginas amarelas. Não sei exatamente porque aquele livro estava ali.

A Ficção é apenas uma versão da realidade com um toque de fantasia…

Eu era fã de Will Smith e seus filmes, como “Eu, Robô” e “Eu Sou a Lenda“, e foi por causa desse último título que eu fiquei atraído pelo livro. Como assim existe um livro do filme? Eu nem imaginava que, na verdade, o filme de 2007 era apenas uma das diversas adaptações cinematográficas do livro homônimo do escritor Richard Burton Matheson, ou Richard Matheson.

Dizem que a ficção científica é apenas uma versão da realidade, mas com um toque de fantasia. Bem, foi exatamente assim que eu me senti depois que terminei a última página da obra de Matheson. Também foi assim quando eu descobri que “Eu, Robô” também era um livro, um de muitos de Isaac Asimov.

Foi aqui o meu ponto de partida para a viagem sem fim das letras…

Voltei a ler…

Richard e seu livro sobre o último de nós na face da terra me trouxe um universo totalmente desconhecido: a infinita biblioteca de histórias. Voltei a ler… mas não a escrever.

Voltei a escrever…

A vontade de escrever veio um ano depois, após um amigo me contar que trabalhava numa possível distopia. A estória dele era incrível, mágica, cheia de segredos e reviravoltas. Aquilo despertou alguma coisa em mim, algo antigo.

Não sei que fim recebeu o projeto daquele meu amigo, mas serviu para me colocar no caminho certo. Oras, se ele poderia sonhar, eu também posso!

Passei a escrever contos, textos desconexos, frases, ideias, cenas… Qualquer pensamento que eu tivesse acabou escrito em algum papel ou arquivo Word do meu velho computador.

Eu realmente tinha muita coisa no meu computador. Triste fim.

Faça backup ou refaça as ideias!

Se tem uma coisa que eu aprendi da pior maneira é isso: nunca confie completamente na tecnologia. Faça backup ou refaça as ideias! Se depender do seu dispositivo, perderá tudo após a morte deste. E eu perdi.

Lá se foram alguns anos de escritos nunca publicados nem salvos em nuvem ou pendrives.

Um Tiro No Pé…?

Passei muito tempo sem escrever nada, até pouco antes de entrar na faculdade. Então comecei a refazer alguns contos que eu encontrei nas velhas páginas de cadernos, textos das folhas já cheias de poeira. Foi nesse período em que eu criei este blog, aproveitando para compartilhar alguns dos textos que eu mais gostei.

Não que eu achasse os textos tão bons assim, mas eu precisava de um blog para me manter escrevendo, e precisava alimentar esse blog de alguma forma.

É claro, eu sabia que, depois de iniciar a faculdade, teria menos tempo para escrever e provavelmente ter um blog seria… bem… seria um “tiro no pé”.

Criativo, não? Também concordo que não. Mas foi um nome sincero, já que eu realmente parei de escrever por aqui por muito tempo.

Agora, escrever é…

Escrever é como voltar a ser criança e brincar de imaginar. É ver um mundo completamente diferente da realidade, com inúmeros personagens, visíveis apenas em minha mente, uma mente fantástica e divertida (para mim).

Obrigado por ler até aqui.
Seja bem-vindo ao meu Tiro No Pé!

 

– Junio Oliveira Silva –
Texto atualizado em 26 de Março de 2019.

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